quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Algumas escolhas nos tornam reféns ...





Como é difícil decidir determinadas coisas, as más decisões que tomamos, são como fardos muito, mas muito pesados que colocamos sobre os nossos ombros.
Fazer escolhas requer total certeza de que o caminho que optamos por seguir é o melhor. Em contrapartida, as incertezas que se apresentam diante daquilo que temos que decidir, nos mostram que lá na frente algo não nos fará bem.


Nós somos movidos pelo imediatismo, queremos que as coisas aconteçam já ... e por agirmos assim, depois da escolha feita, inevitavelmente os porques nos dominam.
O preço de decisões incertas é tão grande que, além de tirar a nossa paz, afeta pessoas que de certa forma foram alcançadas com nossas escolhas.


As pessoas cobram de nós posições, mas, escolhas feitas em meio a questionamentos internos não respondidos, certamente nos atormentarão. Não canso de dizer que o que tira a nossa paz, o que nos perturba, não nos é bom.


A vida não é como uma folha onde se escreve e, arrependidos, apagamos tudo. Ao apagar determinadas coisas, algumas marcas ficam. Algumas dessas marcas causam-nos tristezas, outras, são para nos dizer: - olha, estou aqui ... se errar novamente, a ferida se abrirá.


Tornar-se refém de sua própria escolha é realmente ruim, olhar para trás e ver que se as coisas fossem feitas de uma outra maneira tudo seria melhor, é realmente cruel.
Quantos passam os dias com pensamentos confusos pelas decisões, quando poderiam passar felizes por tê-las tomado.


Antes de agradar alguém com escolhas, devemos fazer uma introspecção e ver se nós estamos nos agradando. A pessoa mais interessada na sua felicidade e paz interior deve ser você e mais ninguém.
Sabe aquela velha máxima que diz que o que fazemos na vida ecoa na eternidade ? Então, antes de tomar decisões, lembre dela.


Suas escolhas poderão não ter um impacto mundial, mas elas impactarão sua vida ... e a sua vida é o seu maior patrimônio, então, zele por isso.

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